3000 m² MAIOR CONCRETAGEM SEM INTERRUPÇÃO REGISTRADA NO BRASIL EM OBRAS COMERCIAIS

3.000 m³ DE CONCRETO APLICADOS EM 24 HORAS EM UMA MEGA OPERAÇÃO NA CONSTRUÇÃO DA FUTURA TORRE MORUMBI EXECUTADA PELA CONSTRUTORA WTORRE

No último dia  02  de  novembro,  foi  realizado  na região  do  Morumbi,  área  considerada  quadrilátero de  São  Paulo,  bombeamento  e  concretagem  do bloco  das  fundações  da  futura  TORRE  MORUMBI que  está  sendo  erguida  pela  construtora WTORRE. Foram bombeados  3.000  m³  de concreto nas fundações  em 24 horas de trabalho, o  que  proporcionou  uma  produção  efetiva  de aplicação  de  125  m³/h,  considerada  a  maior concretagem  sem  interrupção  já  registrada  no Brasil  em  obras  comerciais.  Este trabalho foi realizado com grande sucesso por vários fatores, entre  eles:  Experiência  e  eficiência  logística  da empresa  POLIMIX,  fornecedora  do  concreto  e  o planejamento  de  trabalho  em  equipe  das empresas  de  bombeamento  e  distribuição do concreto  envolvidas  neste  projeto.

Com a dificuldade  de  acesso  das Auto  Betoneiras  nas  fundações,  as  empresas  SPMix,  Bombear  e Concrezac  com  suas  auto  bombas  SCHWING-Stetter  modelo  SPL  2000  bombearam  o  concreto  para  as Auto Bombas  com  Mastros  de  Distribuição  de  32,  36  e  39  metros  da  empresa  KAIOBÁ,  todas SCHWING-Stetter,  que  por  sua  vez,  bombearam  novamente  efetivando  a  distribuição  do  concreto diretamente nas fundações. A construtora WTORRE se organizou para receber  e vibrar  o concreto  nas fundações.

CENTENAS DE CORPO DE PROVA

CONCRETAGEM INITERRUPTA

 

 

Foram cerca 125 m³ de concreto por hora, o equivalente a 375 betoneiras de concreto até o final da operação.  Marcos Antônio  da  Silva  Santos,  engenheiro  da  WTORRE  S.A.,  responsável  pela  obra, acompanha  com  rigor  a  coleta  de  corpos  de  prova  para  testar  o  concreto.  “Ensaios mais complexos vão para o laboratório, por  exemplo,  para  saber  quanto  o  concreto  vai  aguentar  de  peso”,  explica.  “As bombas para  concreto  não  são  as  únicas  opções,  mas aqui,  a  dificuldade de  lançar  o  concreto  no  meio do  bloco  seria  inviável  com  outro  equipamento”,  diz  o  engenheiro.  “Isso teria que ser  feito  manualmente, com mais tempo  de trabalho  e mais risco  de pessoas se machucarem.  As Auto Bombas para Concreto com  Mastro  SCHWING-Stetter  trazem  vantagens  e  envolve  menos  mão  de  obra  na  operação. Precisaria  de  15  funcionários  por  ponto  de  bombeamento,  cerca  de  60  pessoas.  Aqui, com  os equipamentos,  diminuo  isso  pela  metade”,  completa.

A fase  de  fundação  é  uma  das  mais  importantes  da  obra.  Na  construção  da  sapata,  dos  blocos  de fundação,  foram  usados  320  toneladas  de  aço,  3.600  m³ de  concreto  por  bloco. A fase de concretagem foi feita em três  etapas e ao todo  vai  consumir  21 dias de trabalho.  Cada uma das torres deverá ter 140 metros  de  altura  e  a  previsão  para  a  finalização  da  obra  é  2014.  “São  cinco  subsolos  mais 33 pavimentos. São 170 mil m² de área construída. Desconheço obra desse tamanho na cidade de São Paulo”,  orgulha-se  Santos.

MAIOR CONCRETAGEM DO BRASIL

Além de  algumas  semanas  de  planejamento,  nas  24  horas  que  antecedem  a  operação,  as  equipes precisaram  estudar  os  detalhes.  “Esse  é  um  trabalho  de  parceria  que  começa  com  a  construtora WTORRE, SPMix, Kaiobá, Bombear,  Concrezac e  a  Polimix, que  é  quem  fornece  o  concreto.  O feriado foi o dia escolhido para executar o serviço, já  que assim as betoneiras podem trafegar livremente  pela cidade  de  São Paulo. “Toda  a  equipe  veio  estudar  e  ver  a  posição  correta  dos  equipamentos,  o  acesso, tudo  precisa ser estudado para evitarmos o máximo de contratempos”, diz. “Essa obra é complicada porque  está  dentro  da  cidade,  então  precisamos  pensar  bem  na  logística.  Com essas  parcerias  e  apoio técnico  da  SCHWING-Stetter  ficamos  tranquilos  em  executar  esse  trabalho.

POLIMIX

A SPMIX  que  também  fez  parte  da  operação  foi responsável  pelo  bombeamento  do  concreto  para os  caminhões-lanças.  “A   impossibilidade  das Auto B e t o n e i r a s   e n t r a r e m   n o   c a n t e i r o ,   pelas características  da  obra,  criou  a  necessidade  de bombearmos  o  concreto  daqui  de  cima.  Nós fazemos um trabalho em conjunto. Eu tenho quatro equipamentos  em  cima,  recebo  concreto  da  Polimix e  mando  para  as  Bombas  com  Mastro  que distribuem  o  concreto”,  explica  Carlos  Polachini, sócio  proprietário  da  empresa.  “Hoje,  esse  é  um  dos maiores  empreendimentos  da  cidade.  Nunca  foi feita  uma  fundação  desse  porte  em  São  Paulo. Temos  a  participação  de  várias  empresas,principalmente  na  parte  de  concreto.  Todos trabalhando  no  mesmo  propósito:  terminar  os blocos  em  tempo  recorde”,  diz.

 

 

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